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A idolatria do diploma

Veja OnLine

Artigo do Cláudio de Moura Castro que exponho aqui:

Ponto de vista: Claudio de Moura Castro
A idolatria do diploma

“O próprio MEC é pródigo em prestigiar diplomas e em desvalorizar a experiência e a competência”

Na época em que era aluno de Mário Henrique Simonsen na pós-graduação, seu nome já estava no catálogo de Harvard, como professor visitante de economia. Paradoxalmente, era também aluno do 2º ano de graduação em uma faculdade de economia (sem nenhuma distinção). Por ser economista da Confederação Nacional da Indústria, sem ter o diploma, o Conselho de Economia o obrigou a fazer o curso (não assistiu a uma só aula). Se adotasse o mesmo critério, a Academia de Ciências da Suécia não daria o Prêmio Nobel de Economia a Herbert Simon e Daniel Kahneman, ambos psicólogos.

O diploma não passa de um atestado de que o seu portador cursou o programa indicado e teria satisfeito requisitos formais. Não é nem bom nem mau. Depende do uso dado a ele.

Nos casos benignos, oferece informações úteis. O diploma e sua reputação informam a quem precisa saber. Pode atestar conhecimentos específicos (o diploma de encanador do Senai atesta que praticou na escola o que fará na minha casa). Em outros casos, é mais vago, por exemplo: administrador, filósofo etc.


Para certas profissões, faz sentido que a lei exija o diploma, pois protege consumidores indefesos. É o caso de profissões em que o erro tem conseqüências graves (saúde, acidentes). Ou nas quais quem contrata o serviço não está em condições de avaliar o profissional. Nesses casos estão médicos e pilotos, em quem temos de confiar sem dispor dos meios de checar seus conhecimentos. Mas quem contrata engenheiros mecânicos ou administradores sabe avaliar competências, portanto não precisa ser “protegido”, sobretudo, por conselhos interessados em restringir a oferta.

Nos casos mais malignos, assegura a reserva de mercado, impedindo o trabalho de quem sabe mas não tem o diploma. Por exemplo: Chateaubriand e Roberto Marinho não poderiam ser jornalistas hoje. Em contraste, como a Constituição alemã garante a liberdade de expressão, lá não se pode exigir diploma para ser jornalista.

Pela nossa Constituição, é o MEC que cuida dos diplomas requeridos para ensinar nas universidades. Não obstante, os conselhos vêm tentando usurpar tal prerrogativa, ilegalmente impondo exigências de diplomas para a docência.

Se no mundo inteiro fossem recrutados os melhores professores de administração, pela interpretação capenga do conselho, nenhum deles poderia ensinar nas nossas faculdades, pois não são formados em administração. Ou seja, os alunos estudam nos seus livros, mas eles estariam proibidos de ensinar.

O próprio MEC é pródigo em prestigiar diplomas e desvalorizar a experiência e a competência. Músicos como Villa-Lobos, Turíbio dos Santos e Jacques Klein não poderiam ensinar em universidades. E Portinari, que nem tinha primário completo?

Na UFRJ, um aluno brilhante de física foi mandado para o MIT antes de completar sua graduação. Lá chegando, foi guindado diretamente ao doutorado. Com seu reluzente Ph.D., ele voltou ao Brasil. Mas sua candidatura a professor foi recusada pela UFRJ, pois ele não tinha diploma de graduação. Luiz Laboriou foi um eminente botânico brasileiro, com Ph.D. pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e membro da Academia Brasileira de Ciências. Mas não pôde ensinar na USP, pois não tinha graduação.

A carreira dos pesquisadores glorifica as publicações e ignora por completo as realizações no campo específico do trabalho profissional. O engenheiro que salva uma empresa ou aumenta a sua produtividade não verá sua carreira docente valorizada. Mas contará pontos um paper publicado por um colega sobre o trabalho brilhante desse mesmo engenheiro.

O contrato dos docentes das universidades federais impede o exercício profissional. Se fosse respeitado, nossos futuros arquitetos aprenderiam com quem não projeta, nossos engenheiros, com quem não constrói, nossos médicos, com quem não clinica, nossos músicos, com quem não toca nem compõe, e nossos advogados, com quem não freqüenta tribunais.

Podemos e devemos fustigar os rábulas da nossa cartoriolândia. Se não protestarmos, quem o fará? Mas eles são apenas beneficiários. No fundo, a culpa é nossa, pois idolatramos os diplomas e deles somos as vítimas.

Claudio de Moura Castro é economista
(Claudio&Moura&Castro@attglobal.net)

Apenas para complementar: há coisas que um papel não prova.
Já tive diversos problemas pela ausência de um simples diploma.
E como nós ficamos no meio dessa estória toda?
Deixamos assim?

Libertando-se da prisão da internet

Leia:
Copiei e aconselho a leitura.

Google lança Earth 4

Terra Tecnologia

No site:
O Google também lançou o programa em italiano, francês, alemão e espanhol, além de uma versões para Mac OSX e, pela primeira vez, para Linux. Dados em 3D de picos, vales e cânions também foram atualizados para parecerem mais realistas.

Coisa boa pra comunidade Linux.
Uma vez participando dos planos do Googlio pode botar fé que deslancha.

Se queres baixar o software (que ficou muito bom) faça o download acá.

The Mega USB Hub

TechBlog

Tá com problema de porta USB?
Tenta esse aí então…

How Its Made – Holograms

YouTube

Não conheces como é feito um holograma?
No Youtube verás como…

Vale a visita.

Microsoft: O site deles bichou!

Microsoft.com

Primeiro o Ricardo Momm perguntou se o site da Micro$oft ficava igual a ‘versão dele’… butuquei e percebi que sim, ficava ‘ingual’.

Depois fui dar uma analisada no código-fonte:

Linha 15-> @import “http://i.microsoft.com/h/all/s/hp_ltr.css“;
Acessei a josta do arquivo e PIMBA!

O arquivo entra num loop infinito de reload…

Acessando com um navegador de modo texto até foi possível carregar parte dele…
Coisas da Microsoft…

Site da Micr$oft

Submarino fecha acordo para administrar loja virtual do Terra

IDGnow

Nota diz o seguinte:

São Paulo – Contrato de R$ 4 milhões deixará operação e logística do serviço a cargo do Submarino por 30 meses.

O Submarino anuncia um acordo para administrar a loja virtual do portal Terra, chamada Terra Ofertas, por um período de 30 meses.

Digo-lhe:
PQP!

Juntaram a fome com a vontade de comer.
Tem tudo pra dar certo a ‘joint venture’.

Footie Fox

Esses caras aqui desenvolveram uma extensão muito mão na roda.

Extensão pro FireFox com diversos resutlado dos jogos de futebol…

Key Features

  • display of current soccer scores in your status bar
  • all matches at a glance on the customizable score board
  • support of more than 18 European leagues plus many international championships
  • visual and acoustic notification when goals are scored
  • kick-off times in local time, world cup teams in local language

Precisa mais?

Subvertendo o que era bom…

Consumidor compra computador com Linux e troca por Windows

Consumidor compra computador com Linux e troca por Windows
Por Ralphe Manzoni Jr. editor executivo do IDG Now!
Publicada em 07 de junho de 2006 Ã s 14h49

Segundo a pesquisa, 65% dos consumidores trocaram o Linux pelo Windows no primeiro mês de uso do computador. Outros 10% fizeram a troca em até três meses. Apenas 25% se mantiveram com o Linux.

Um outro fabricante de computadores, que não quer ser identificado, disse que 90% das chamadas para o seu call center são de pessoas que trocaram o Linux pelo Windows e estão tendo problemas com a instalação de alguns drivers ou com o acesso a internet.

Nos dois casos, as empresas dizem que não perguntaram se as cópias instaladas do Windows eram piratas.

AHAAHAHAHAHAH – Precisa perguntar a origem dos windows instalados nas máquinas?
Acredito que tinhamos de acabar com a pirataria… assim o Linux passaria a ter mais espaço de forma compulsória.

O povo delira pacas…

Vê se tem cabimento:

Lenda urbana circula em duas rodas
Motociclistas retiram peça do farol das motos CG 150 para evitar suposta maldição

BLUMENAU – Uma peça conhecida por aleta e localizada atrás do farol das motos Honda CG 150 está dando o que falar. Mensagens por e-mail e páginas na internet sugerem que a peça de plástico – que lembra uma cruz de cabeça para baixo – simboliza um malfadado pacto demoníaco entre os montadores da empresa, para aumentar as vendas da moto.

Um desses montadores estaria à beira da morte e precisaria desfazer o pacto, retirando a peça das motos.

A lenda se espalhou pela rede de computadores e ganhou as ruas de Blumenau. Nas vagas para estacionar motos, no Centro, a história ronda as conversas.

Colegas de trabalho de Osvino Meyer, 45 anos, não deram ouvidos para os comentários. Mas ele, por curiosidade, resolveu abrir o bloco ótico da moto e deparou com a dita peça, na lateral direita. Como havia passado por momentos difíceis no trânsito e, inclusive, chegou a atropelar uma criança a 300 metros de casa, o auxiliar de serviços gerais decidiu retirar a aleta.

- Estava todo mundo tirando, até alguns vizinhos meus, daí tirei também. Até agora não fez falta – conta.

 Fala a verdade: tem nêgo que delira pacas hein?
Donde que a pirinha aí de cima é igual a uma cruz-de-cabeça-prá-baixo?

Tem de ter muita imaginação…

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