Eu já sabia!

ComputerWorld

TI é a área mais estressante do mundo, diz pesquisa

Pesquisa norte-americana aponta que 97% dos profissionais de TI relatam estresse diário com seu ambiente de trabalho, frente de médicos, engenheiros e vendedores.

  1. Tecnologia da Informação
  2. Medicina
  3. Engenharia
  4. Vendas e Marketing
  5. Educação
  6. Finanças
  7. Recursos Humanos
  8. Operações
  9. Produção
  10. Religião

Do tipo que eu estou me sentindo nos últimos anos sou obrigado a dar todo o crédito para a pesquisa.
Eita profissãozinha de josta pro cara se quebrar!

É na vida mesmo!, Internet, Sociedade, Weblife

O Bussunda falou que ia e acabou ‘fondo’

Mr Manson

O Mr Manson comentou e passou o link do cache do Guglio:

Sente o drama:

Agora é oficial: o humorista Bussunda está morto! E só não foi enterrado ainda porque é espada e ainda não conseguiram um caixão que se adequasse ao seu tamanho avantajado!

Os médicos ainda não chegaram a uma conclusão sobre a causa mortis do mais famoso casseta: eles querem descobrir se ele teve um treco, um piripaque ou um troço.

Médiuns do Casseta & Planeta OnLine, no entanto, fizeram a brincadeira do copo e conseguiram entrar em contato com Bussunda e psicografaram as respostas que ele deu s perguntas formuladas por jornalistas do mundo inteiro, estarrecidos com a sua “passagem”…

Bussunda, como é que aí do outro lado?

Aqui é maneiro. Se vocês soubessem como é iam morrer de inveja, ré, ré, ré!!! Mas aconteceu um contratempo na minha chegada: quem ia me receber era o Tim Maia, mas ele não veio.

Por que você preferiu manter a sua morte em segredo?

Porque a minha boca é um túmulo! Ré, ré, ré!

E o que vocês fazem pra matar o tempo?

Esse é um grande problema aqui no Céu… O tempo demora uma eternidade pra passar… Mas de vez em quando a gente brinca de Bolão pé na Cova. A diferença é que aqui a gente decide quem vai subir de verdade… E tem um certo humorista de site um polêmico aí que é a Bola da Vez…

Tem mulher aí?

Aqui só tem mulher que morre fácil…

Você tá sentindo falta de alguma coisa?

Do futebol… Se bem que o futebol carioca tá chegando…

Quando você morreu, você foi em direção luz ou foi contra a luz?

Isso é caô… Morrer é muito mais burocrático do que vocês pensam. A gente tem que assinar uma porrada de papel, esperar um tempão numa cacetada de fila, esperar São Pedro carimbar umas guias… E além do mais a roleta é muito apertada… Quase que neguinho me manda pro inferno…

Você vai puxar os pés dos cassetas?

Dos cassetas, sim… Mas da Maria Paula eu vou puxar outra coisa…

E o Diabo? E Deus? Como é que eles são?

Deus é o Fagundes, esse eu já conhecia. O Diabo é meio escroto… Tu chega lá, ele te oferece cerveja quente, feijoada gelada e só toca pagode… Não é toa que onde ele mora seja o inferno…

Esse negócio de ascensão aos Céus e descenso ao Inferno é organizado?

Por enquanto é… O Caixa D’Água ainda não morreu… Se bem que eu já dei uma olhada no cadastro dele e não vai demorar muito não. A não ser que ele consiga virar a mesa…

E o Eurico? Também tá pra ir?

Não, parece que ele entrou com uma liminar e adiou a sua viagem…

Como é que você quer voltar na próxima encarnação?

Isso não me interessa muito Desde que eu volte na primeira classe…

Deixe uma mensagem para o sofrido povo brasileiro que chora sua irreparável perda!

Agora que eu morri vocês não precisam mais perder tempo assistindo ao programa, comprando livros e acessando o site… Vá todo mundo se fuder!!!

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Diversão pornô custa caro no estado do Oregon

InfoOnLine

Segunda-feira, 19 de junho de 2006 – 20h18

Carlos Machado, da INFO

A dúvida permanece:

Será que o funcionário estava usando o pseudo-navegador da Micro$oft?
O que é certo é que isso poderia ser evitado oferecendo (de forma compulsória se necessário) um navegador seguro e que possibilitasse ao elemento conhecer por onde ele ‘anda’.


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A idolatria do diploma

Veja OnLine

Artigo do Cláudio de Moura Castro que exponho aqui:

Ponto de vista: Claudio de Moura Castro
A idolatria do diploma

“O próprio MEC é pródigo em prestigiar diplomas e em desvalorizar a experiência e a competência”

Na época em que era aluno de Mário Henrique Simonsen na pós-graduação, seu nome já estava no catálogo de Harvard, como professor visitante de economia. Paradoxalmente, era também aluno do 2º ano de graduação em uma faculdade de economia (sem nenhuma distinção). Por ser economista da Confederação Nacional da Indústria, sem ter o diploma, o Conselho de Economia o obrigou a fazer o curso (não assistiu a uma só aula). Se adotasse o mesmo critério, a Academia de Ciências da Suécia não daria o Prêmio Nobel de Economia a Herbert Simon e Daniel Kahneman, ambos psicólogos.

O diploma não passa de um atestado de que o seu portador cursou o programa indicado e teria satisfeito requisitos formais. Não é nem bom nem mau. Depende do uso dado a ele.

Nos casos benignos, oferece informações úteis. O diploma e sua reputação informam a quem precisa saber. Pode atestar conhecimentos específicos (o diploma de encanador do Senai atesta que praticou na escola o que fará na minha casa). Em outros casos, é mais vago, por exemplo: administrador, filósofo etc.


Para certas profissões, faz sentido que a lei exija o diploma, pois protege consumidores indefesos. É o caso de profissões em que o erro tem conseqüências graves (saúde, acidentes). Ou nas quais quem contrata o serviço não está em condições de avaliar o profissional. Nesses casos estão médicos e pilotos, em quem temos de confiar sem dispor dos meios de checar seus conhecimentos. Mas quem contrata engenheiros mecânicos ou administradores sabe avaliar competências, portanto não precisa ser “protegido”, sobretudo, por conselhos interessados em restringir a oferta.

Nos casos mais malignos, assegura a reserva de mercado, impedindo o trabalho de quem sabe mas não tem o diploma. Por exemplo: Chateaubriand e Roberto Marinho não poderiam ser jornalistas hoje. Em contraste, como a Constituição alemã garante a liberdade de expressão, lá não se pode exigir diploma para ser jornalista.

Pela nossa Constituição, é o MEC que cuida dos diplomas requeridos para ensinar nas universidades. Não obstante, os conselhos vêm tentando usurpar tal prerrogativa, ilegalmente impondo exigências de diplomas para a docência.

Se no mundo inteiro fossem recrutados os melhores professores de administração, pela interpretação capenga do conselho, nenhum deles poderia ensinar nas nossas faculdades, pois não são formados em administração. Ou seja, os alunos estudam nos seus livros, mas eles estariam proibidos de ensinar.

O próprio MEC é pródigo em prestigiar diplomas e desvalorizar a experiência e a competência. Músicos como Villa-Lobos, Turíbio dos Santos e Jacques Klein não poderiam ensinar em universidades. E Portinari, que nem tinha primário completo?

Na UFRJ, um aluno brilhante de física foi mandado para o MIT antes de completar sua graduação. Lá chegando, foi guindado diretamente ao doutorado. Com seu reluzente Ph.D., ele voltou ao Brasil. Mas sua candidatura a professor foi recusada pela UFRJ, pois ele não tinha diploma de graduação. Luiz Laboriou foi um eminente botânico brasileiro, com Ph.D. pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e membro da Academia Brasileira de Ciências. Mas não pôde ensinar na USP, pois não tinha graduação.

A carreira dos pesquisadores glorifica as publicações e ignora por completo as realizações no campo específico do trabalho profissional. O engenheiro que salva uma empresa ou aumenta a sua produtividade não verá sua carreira docente valorizada. Mas contará pontos um paper publicado por um colega sobre o trabalho brilhante desse mesmo engenheiro.

O contrato dos docentes das universidades federais impede o exercício profissional. Se fosse respeitado, nossos futuros arquitetos aprenderiam com quem não projeta, nossos engenheiros, com quem não constrói, nossos médicos, com quem não clinica, nossos músicos, com quem não toca nem compõe, e nossos advogados, com quem não freqüenta tribunais.

Podemos e devemos fustigar os rábulas da nossa cartoriolândia. Se não protestarmos, quem o fará? Mas eles são apenas beneficiários. No fundo, a culpa é nossa, pois idolatramos os diplomas e deles somos as vítimas.

Claudio de Moura Castro é economista
(Claudio&Moura&Castro@attglobal.net)

Apenas para complementar: há coisas que um papel não prova.
Já tive diversos problemas pela ausência de um simples diploma.
E como nós ficamos no meio dessa estória toda?
Deixamos assim?

Capivarou!, Internet, Sociedade

Libertando-se da prisão da internet

Leia:
Copiei e aconselho a leitura.

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