Dicas para viagem a Argentina – Parte 2

@Viagem do fim de ano

Então, depois do primeiro probleminha que eu tive na viagem, consegui finalmente embarcar para a Argetina – Eu mal conseguia esconder minha satisfação em ter conseguido o ticket de embarque (conforme imagem acima).

Bem, um evento que pode ser estranho aos marinheiros de primeira viagem é o preenchimento do documento de entrada na Argentina fornecido durante o voo. Não é dada nenhuma atenção especial ao fato durante o voo, apenas solicita-se que seja preenchido, MAS, (sempre tem um MAS), caso você preencha algo de errado, não será fornecido outro durante o voo, assim terá de esperar para pegá-lo na fila da alfândega.

Só que, você pode ser surpreendido com a inexistência do formulário na fila da alfândega (como eu fui).

Para minha sorte, um hermano tinha um adicional e me cedeu, mas, se fica como boa prática: preste atenção no preenchimento do formulário e não erre – será melhor assim.

É na vida mesmo!

Dicas para viagem a Argentina – Parte 1

@Viagem do fim de ano

Dica 1: hoje, 30/12/09 estou em casa, em Blumenau, simplesmente porque não consegui pegar o voo que partiu de Florianópolis às 04:50 – Sabe por quê? Simplesmente porque fui fazer o checkin sem a minha CARTEIRA DE IDENTIDADE.

Sério!!! Não ria!

Acostumado aos voos domésticos, fui para Floripa apenas com a Carteira de Motorista, que é mais do que suficiente para os embarques domésticos e surpreso fiquei por não poder embarcar. A dica que fica é: para viajar pelo Mercosul basta a CARTEIRA DE IDENTIDADE, ou seu PASSAPORTE, qualquer outro documento não tem validade.

Mais importante que isso: sua IDENTIDADE deve estar em PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO – o que significa NENHUM, eu disse, NENHUM tipo de dobra, ou falta de plástico no entorno do documento.

Bem, após 70 minutos de retorno à Blumenau, descobri que além de um completo ‘topêra’ minha identidade precisava de uma ‘garibada’ para aparar as arestas – ou seja, terei de emplastificá-la novamente para poder sair do Brasil.

Resumindo a dica numero 1: documento válido = CARTEIRA DE IDENTIDADE, nem mais, nem menos.

É na vida mesmo!

FDP 077 – Uma placa argentina

@Bombinhas/SC

Não falei nada. Só fiz a foto.

É na vida mesmo!, Bobiças, Capivarou!

Apagão de Talentos?

@ Eumigo comigo mesmo

apagao-talentos

Falta de mão de obra nunca foi nem nunca será uma exclusividade do segmento de TI no país. Mas lendo a respeito, me deparei com algumas informações interessantes que compartilho e comento.

No site Análise em Foco, Rodrigo Pereira, comenta o seguinte:

…Acionei minha rede de contatos, alguns currículos apareceram, mas, até o momento, a vaga ainda não encontrou candidato à altura. Ou quem se candidata têm deficiências de formação, ou aqueles que poderiam ser contratados estão bem empregados e remunerados em outras empresas.

…Enquanto isso, o trabalho segue acumulando na mesa da agência e toda a cadeia que a cerca se recente dos efeitos. É emprego e renda que deixam de ser gerados, é imposto que deixa de ser arrecadado, é oportunidade de crescimento que acaba desperdiçada. Trata-se de verdadeiro “apagão de talentos”, como definiu certa vez, há um ano, a executiva de uma grande empresa da cidade.

…A conclusão do estudo é escabrosa: 83% das empresas blumenauenses, na hora de contratar, não encontram o candidato ideal. Ou ficam sem preencher a vaga, ou colocam ali um trabalhador que não tem toda a qualificação desejada.

De fato, encontrar um “candidato à altura” pode ser uma tarefa homérica – seja por que há restrições de formação e experiência, ou porque a empresa esteja buscando um candidato hiperqualificado para uma posição que oferte pouco em troca. Aqui, vale a antiga, mas sempre atual “Lei da Oferta e Procura” – Pode parecer cruel, mas é verdadeiro.

Note que se de alguma forma uma empresa consegue ‘se virar’ colocando uma pessoa com uma qualificação não completa para a posição, e ainda assim honrar seus compromissos, não seria de se pensar em fomentar a qualificação suplementar? Alguns casos interessantes na região de Blumenau seguem nesta linha, como o Entra 21 ou mesmo as empresas que seguiram a tendência de criar suas universidades corporativas, como a Teclógica.

A Revista Capital Aberto segue na mesma linha:

Sofisticação do mercado leva à escassez de profissionais não só em número, mas também em qualidade
linha pontilhada

O Brasil está se acostumando com os apagões. O primeiro ocorreu com a crise do setor elétrico e, ultimamente, voltou a assombrar. O mais recente ainda castiga os aeroportos. Agora, o termo “apagão” também pode ser aplicado ao mercado de capitais. Isso mesmo. O setor passa por um apagão de talentos, em que empresas, bancos, auditorias e escritórios de advocacia estão ávidos por profissionais especializados.

Ou seja, não falamos apenas de Quantidade e sim Qualidade. Não contrapondo, mas apenas refletindo a respeito: Qualidade é aquilo que o consumidor (nesse caso empresa) percebe a respeito do produto ou serviço (no caso trabalho de pessoas) – Vale repensar o que é ‘qualidade’ nesta vereda.

Reflita também um pouco a respeito da situação inversa, conforme o Julio Cardozo expõem:

Semana passada, entre uma reunião e outra, recebi a ligação de um grande amigo, Luis, Chief Executive Officer (CEO) de uma importante empresa familiar do ramo químico. Ao perguntar que bons ventos o trazia, percebi, por seu tom de voz, que as notícias não eram nada positivas. Muito pelo contrário. Bastante abalado e sem dormir há algumas noites, contou que foi “forçado” a demitir boa parte dos funcionários em decorrência da crise.

“Confesso que não foi fácil ver aqueles pais e mães de família perderem seus empregos”, me disse ao relatar cenas de pessoas indo embora aos prantos e caminhando cabisbaixas pelo pátio da fábrica rumo ao portão de saída. A maioria sem saber como falar o assunto ao chegar em suas casas. Ao ouvir as palavras de Luis, entrecortadas pela emoção e viés de desabafo, reconheço que também fiquei sensibilizado e até um pouco deprimido ao imaginar a vida desmoronando de cada uma dessas pessoas.

Tão cruel quanto a Lei da Oferta e Procura é a ‘necessidade’ de rearranjar o orçamento de despesas e custos da empresa – e frequentemente poucas (nenhuma?) empresa leva em consideração o fator ‘responsabilidade social’ tão largamente adotado como estratégia de comunicação, e não de visão da empresa.

Por fim, cada empresa tem sua necessidade e sua forma de supri-la, como estas 3 opções informadas pela Revista Exame em 2008 – Qual é a opção de sua empresa?

Capivarou!, Sociedade, Vale do Itajaí

Fidelidade a marca é TUDO!

@eumigo comigo mesmo

fidelidade

Estranho? Nada!!! Só porque ele trabalha entregando Skol não quer dizer que não possa dizer que o que ele REALMENTE gosta é uma boa Brahma Malzbier…

Capivarou!