Monthly Archives: September 2008

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA

@ eumigo comigo mesmo

Texto que recebi por mail… só prá ficar registrado uma boa visão a respeito dos momentos sinistros que passamso no âmbito financeiro…

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA (Explicada de forma didática)

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares, financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou para o Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares, Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou três casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares, que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) para ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou TV de plasma de 63 polegadas, notebooks, cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez.

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil! Parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.

Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa para vender como nunca.

Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das três casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, das cuecas, dos notebooks, da TV de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as três casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das três casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as três casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir…

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseados nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel… Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.

Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.

O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo, porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.

O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por dois dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.

E no, dia 15 de Setembro de 2008, o Lehman Brothers pediu falencia, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Índice Dow Jones, que mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York – a maior queda em um único dia, desde a quebra de 1929.

Este dia , certamente, será lembrado para sempre na historia do capitalismo.

Google: Projeto 10 e Dez anos

@ Google.com

10 anos de Googlio, e 3 do meu filho… baita coincidência o Dmitri ter nascido no mesmo dia… mas a parada é que com uma década de vida este pessoalzinho tem mudado o estilo de vida de toda uma socidade, se para bem ou para o mal apenas o futuro poderá nos dizer… A visita no site do projeto 10 elevado a 100 é uma boa forma de ‘entender’ alguma coisa a mais do googlio…

Google Groups x Google Chrome

@ Tá Dificil

Ainda que em estágio ‘beta’, o que aliás é uma bela de uma modinha nestes tempos de web 2.0, pelo menos nos próprios serviços o Google deveria validar seu navegador.

Aí fica aquela questão: como fazer para que toda empresa fica fielmente o posicionamento estratégico preconizado? Se não é fácil para nós meros mortais, que dirá de um Googlio da vida…

Latinha agora á Latão

@ ClicRBS

É meus amigos, foi-se o tempo em que o termo “latinha” significava apenas um recipiente em que tomavamos refrigerante (bom, isso pelo menos aqui em Blumenau).

Ocorre que um dos candidatos a prefeitura tem ‘se destacado’ por suas inusitadas (?) idéias. Veja os melhores trechos da entrevista…

Clóvis Reis – O senhor acredita que vai conseguir ir para o segundo turno?

José – Eu tenho 99,99% de certeza, de acordo com o registro que eu registrei no além, meu nome e o meu número. Como eu creio, como eu seu crente…

Fabrício Cardoso – O senhor disse que fez um registro, teve uma visão?

José – Eu recebi dois avisos. Serei o futuro governador de Santa Catarina.

Giovana Pietrzacka  – Mas a fé não vem se traduzindo em votos. Quer dizer, nas eleições passadas o senhor conseguiu 50 votos, 23 e 40 votos…

José – É, mas aí foi para ajudar. Fui ajudar o Kleinübing. Primeiro, ajudei o Paulo Gouvêa. Eu tive uma conversa com ele, eu disse: “Paulo Gouvêa, você quer ajudar o povo de Blumenau? Você quer? Então vou te ajudar a ganhar a eleição em Blumenau”.

Valther – Mas o Paulo não ganhou.

Clóvis – Então vai ser o milagre da multiplicação dos votos.

José – Exatamente isso, é o que eu creio. Eu creio nisso, sem santinho.

Cao – Por que o apelido do senhor é Latinha, de onde veio isso?

José – O slogan Latinha é porque “lá tinha uma fábrica, lá tinha uma loja e fechou as portas”. Eu não quero criticar. Quem critica, perde. O povo sabe disso. Então, Latinha foi, exatamente, em vez de eu denominar a pessoa, como eu não sou Deus para julgar, nem Jesus Cristo…

Giovana – Para esta campanha o senhor mudou o slogan para Latão, é isso?

José – É, agora tem o Latão, que é o seguinte (risos): “lá tão aqueles que passaram oito anos e nada fizeram. Lá tão aqueles que estão quatro anos e pouco fizeram também”.

Clóvis – O que é Santa Felicidade, seu José?

José – A Santa Felicidade vai ser uma via de restaurantes de todas as etnias, como tem em Curitiba. Não estou fazendo nada de diferente. O iate clube, com bondinho turístico…

Valther – Iate clube?

José – O Iate Clube Blumenau, na Ponta Aguda, terceirizado. Como tem lá em Balneário Camboriú, o Tedesco.

Valther – Mas cadê o mar? O nosso rio não é navegável.

José – O nosso rio, depois da Ponta Aguda, é navegável. Pois lá vai ser feito, após a Ponta Aguda, um iate clube terceirizado. Vai ter um bondinho turístico que vai até o Morro do Abacaxi. Já tem em Campos de Jordão, em São Paulo. A Santa Felicidade vai ser a Blumengarden. Bem bonito, belo, lindo! Uma avenida dupla cheia de restaurantes para levar 5 mil empregos e trazer os turistas. Vai ser uma bênção total. Isso aí faz parte dos meus três projetos: saúde, educação e cultura, e a ligação interbairros.

Francisco – Com relação à segurança pública, o que o senhor pensa?

José – Eu farei de Blumenau um condomínio fechado, como se fosse um condomínio fechado.

Francisco – O senhor vai isolar fisicamente a cidade?

José – Todas as entradas de Blumenau, todas as entradas e saídas de Blumenau vão ter um portal dizendo: Seja Bem-vindo. Um guarda…

Valther – Bem-vindo com hífen, né?

Maicon – Com metralhadora…

José – Não, com rádio na mão. E as placas (dos carros) serão filmadas.

Maicon – Bem-vindo, mas ó: fica na linha.

José – Se vem um cara com carro roubado, a placa já está anotada. Aí vai tocar uma sirene: ió, ió, ió, ió! Carro roubado, 190 o carro placa número tal… lá vai o guarda atrás. Pegam o cara e ele vai ficar preso.

Francisco – Mas e arrombamento, assassinato…

José – A partir de janeiro, quando estiver montado o governo, nós vamos divulgar na mídia que lugar de bandido só tem três: na igreja, para se converter a Jesus, na cadeia ou no cemitério. Ele pode escolher a igreja. Tá salvo! Não vai ser morto. Ou na cadeia, para ficar lá guardado igual bicho.

Bem, assim só me resta um único comentário: Boa sorte prá vocês que terão de votar em candidatos dessa magnitude.

Duelo de Escritores

@ Duelo de Escritores

Duelo de Escritores

Duelo de Escritores

Muito 10 a idéia desse pessoal:

- Fábio Ricardo

- Félix Rosumek

- Marina Melz

- Rodrigo Oliveira

- Thiago Floriano

Interessante porque estimula o uso da web para que cada um deles seja criativo e apresente o melhor sobre temas distintos.

O regulamento da competição, que pode ser visto no blog, trata basicamente de:

O Duelo de Escritores ocorre em rodadas de dez dias. A cada rodada, os cinco duelistas escrevem um texto relacionado a um tema proposto. Público e autores então decidem o vencedor, postando comentários no tópico de votação. Os votos dos participantes valem 2 pontos, enquanto os votos de leitores valem 1. O vencedor da rodada então propõe o tema da rodada seguinte.

Eleições 2008 – Blumenau

@ JSC

política

política

Coisas para se lembrar no momento do voto… Direto do Jornal de Santa Catarina:

BLUMENAU – Quatro políticos de Santa Catarina foram incluídos na lista de candidatos com “ficha suja” pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). A entidade liberou os dados das cidades com mais de 200 mil habitantes ontem. Apareceram na lista dos que respondem a processos por suposta improbidade administrativa o candidato a prefeito de Blumenau, Décio Lima (PT), os candidatos a prefeito de Joinville, Darci de Matos (DEM) e Kenennedy Nunes (PP), e o candidato a vice João Rosa (PSB).

Décio responde a duas ações civis públicas propostas pelo Ministério Público de Santa Catarina (MP), que acusa o ex-prefeito por improbidade administrativa no período em que esteve à frente do Executivo bumenauense, entre 1996 e 2004. Em uma delas, Décio é acusado de ter efetuado um empréstimo, de R$ 1,6 milhão, junto ao Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), para pagar o funcionalismo público. Na interpretação do promotor Joubert Odebrecht, autor da denúncia, o empréstimo foi ilegal porque o Samae “não é instituição financeira”.

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