Friday, August 27th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@eumigo comigo mesmo

Tudo bem que minha ignorância me impede de saber o que seria, mas a imagem acima dá uma dimensão do susto que levei ao olhar pela janela do Embraer 190 da Azul e me deparar com uma manutenção inusitada: algo muito parecido com uma fita silver tape.

O frio na barriga foi maior do que o costumeiro…

Thursday, July 29th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@eumigo comigo mesmo

Essa foto fiz na casa do meu pai, quando, não assustado fiquei pelo fato dele ter largado o PC (que sabe pouco ou nada sobre como manipular) para escrever cartas com a boa e véia Olivetti de guerra.

O tempo passa, o tempo voa, e algumas coisas continuam na mesma…

Wednesday, June 30th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ eumigo comigo mesmo

Vou escrever um pouco sobre estes primeiros 15 dias usando o Motorola Milestone. Leve em consideração que as opiniões consideram que:

  1. Nos últimos 12 meses usei intensamente o Nokia E71 que é um Smartphone EXCELENTE e as comparações são inevitáveis;
  2. Minha rotina profissional me obriga a viajar constantemente entre os estados do RJ, SP, SC e RS;
  3. Fazia muito tempo que eu não tinha um Motorola (saudosismo);
  4. Não tinha a menor idéia do que o Android é capaz;

Dito isto sigamos adiante.

Usabilidade

Iniciar o contato com qualquer telefone novo e desconhecido sempre imputa alguns desafios interessantes, que com o passar do tempo (pouco, é verdade) desaparecem. No caso do Motorola Milestone não foi diferente.

Por estar fortemente acostumado ao E71 que tem um teclado altamente confortável senti muito a diferença – e passadas estas duas semanas continuo sentido: o fato é que o teclado físico do Milestone é muito pobre no comparativo com o E71. Note que na figura abaixo fica mais claro que com o E71 é muito simples manter o contato com o teclado com facilidade usando apenas os ‘dedões’ das mãos. Não é possível fazer o mesmo com o Milestone. A ausência das teclas de acentos (a exemplo de  ´ e ~) também criam um desafio adicional na escrita de SMS’s e E-mail’s (a solução adotada foi a de apertar a tecla que se deseja acentuar e selecionar uma das opções exibidas no popup virtual – segurando o “A” aparece as opções “ã”, “á”, etc…).

De toda forma o visor Touchscreen ‘mata a pau’ – É simplesmente fantástico ter as opções de manusear o dispositivo pela tela ou pelo joystick – Atende todos os públicos.

Bateria

Fazia tempo que eu não tinha problemas sérios, por exemplo não atender um cliente por conta da falta de bateria. E o Milestone me propiciou esta situação. Apesar de existirem consistentes dicas para otimizar o uso de baterias, nem sempre elas são praticáveis. Mas há excessões.

De qualquer forma se você não está habituado a uma vida grudado num Smartphone PREPARE-SE pois as chances de você se decepcionar com a duração são muito grandes.

Android

Ah o Android… não sei iluda demais, o Android é um baita de um sistema operacional e propicia uma experiência praticamente ‘única’ com a possibilidade de manter uma intimadade muito forte com a ‘nuvem’ – Veja que meus contatos antigos (E71) não foram importados para o Milestone e sim diretamente no GMail que em poucos segundos foram refletidos diretamente no meu telefone. FANTÁSTICO. Além disso, ao invés de me preocupar em encontrar alguém no twitter pela interface web da ferramenta os tenho direto no menu de contatos. Isso é muito, muito bom pois posso mandar um tweet ou mesmo um scrap sem precisar logar nos referidos sites.

Filmagem em Alta definição

O Milestone vem com uma camera de Alta definição (HD) embutida o que significa videos com uma qualidade excelente. Mas não acredite que isso implica em fotos melhores. Explico: além do Milestone sempre carrego comigo um Sony Ericsson C902 que é simplesmente muuuuuuuuito melhor do que a experiência com o Milestone. O delay entre o ‘click’ no botão e a efetiva exposição da imagem para a foto é praticamente uma ‘lenda’. Realmente isto carece de um pouco mais de atenção do pessoal da Motorola.

E falando sobre isso, há informações na web de pessoas que compartilham a mesma opinião sobre a mediocridade da camêra.

Musica & Som

Não tenho do que reclamar já que não uso intensamente, mas o fato é que os headphones que acompanham o aparelho são no mínimo ‘sem vegonha’. Não espere nada além do trivial.

Peso e Modem

Tá você não acha que um Smartphone seria leve não é? Pois prepara-se que porque o Milestone não é leve, aliás, nada leve: incomoda na bermuda, no blazer, no bolso da calça ou em qualquer lugar.

Mas lembre-se que mais do que um telefone é ele praticamente um Netbook o que te dá uma flexibilidade que poucos dispositivos te propiciam.

E o modem pra usar com o Notebook? Ah meu amigo, se prepare para decepcionar-se porque SIMPLESMENTE O MILESTONE NÃO TE PROPICIA ISSO NATIVAMENTE. E qual o problema? Bem, para quem usa intensamente um smart essa característica é fundamental já que você usa o telefone para permitir que seu Note esteja na web, o que no caso do Milestone não é possivel nativamente. Apenas com o uso de softwares de terceiros.

E no fim?

Tá bem, digo que se você tiver a oportunidade de comprar um Milestone acredito que será uma boa aquisição – de forma especial se puder pagar a metade do que as lojas na web tem ofertado. ;)

Thursday, May 06th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ por email

Recebi as histórias por correio e compartilho…

HISTÓRIA NÚMERO UM

Muitos anos atrás, Al Capone possuía virtualmente Chicago.
Capone não era famoso por nenhum ato heróico.
Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos.

Capone tinha um advogado apelidado ‘Easy Eddie‘. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom!
Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.

Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem.
Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais.
Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis.
A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.

No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco.
Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação.
Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado.
Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele.

Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo.

Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil.

Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado.
Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al ‘Scarface’ Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade.
Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto.
Ainda assim, ele testemunhou.

Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.
Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar.
A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um poema, recortado de uma revista.

O poema:

O relógio de vida recebe corda apenas uma vez. E nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde.
Agora é o único tempo que você possui.
Viva, ame e trabalhe com vontade.
Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento
.”

HISTÓRIA NÚMERO DOIS

A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis.
Um deles foi o Comandante Butch O’Hare.

Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul.
Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão.
Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher os tanques.
Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio.

O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões.

Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.
Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana.
Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque.
Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo.
Havia apenas uma coisa a fazer.

Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira.
Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses.
Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro.
Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou.
Ainda assim, ele continuou a agressão.
Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar.
Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção.

Profundamente aliviado, Butch O’Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões.
Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido.
O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes.
Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota.

Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.
Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.

No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade.

Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O’Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.

Assim, se porventura você passar no O’Hare International, pense nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.

O que têm estas duas histórias de comum entre elas?

Butch O’Hare era o filho de Easy Eddie.

Somos espelhos para nossos filhos! NÃO SE ESQUEÇA DISSO.

Thursday, May 06th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@eumigo comigo mesmo

Ontem fui no MCDonald’s – eu gosto de ir, meu filho tem uma certa simpatia pela lugar, e na verdade mesmo que já tenha comentado outras coisas por aqui (como o fato do lugar estar sucateado e sujo) ainda assim eu continuo indo.

Mas ontem foi engraçado demais: recebi o “FOLDER” acima num momento de ‘promoção da presença do Ronald no estabelecimento’.

Aí me pergunto: caramba, se nem pra imprimir um folder de forma respeitosa há recursos, menos ainda para a limpeza e renovação do lugar…

Diz o ‘panfleto promocional’: “Show do Ronald dia 16/05 as 15:00 hs Imperdível Venha e confira!“.

Tuesday, May 04th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ eumigo comigo mesmo em Curitiba

É que as vezes esses nomes confundem mesmo… ;)

Wednesday, April 21st, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ eumigo comigo mesmo

Tenho em casa um Desktop com quatro anos de vida (Asus P5VD1-X, Intel HT 3.2, 2 Gb RAM, 300 Gb HD) que estava pela hora da morte com o Windows 7 que eu usava. Depois de apanhar muito tentando fazer com que o Win7 rodasse de forma satisfatória nele desisti completamente do mundo Microsoft e instalei o Ubuntu.

No começo tudo é muito complicado visto que a MS faz de tudo para que a experiência com o Windows seja muito enriquecedora e simples, mas, passados alguns dias, posso dizer que a experiência com o Ubuntu é tão boa quanto com o Windows.

A começar pelos 4 desktops: no canto inferior direito é possível usar 4 desktop distintos, que diferente das opções forjadas para Wiundows, funcionam de verdade.

Outra coisa que me dá grande satisfação é o Ubuntu Software Center – Com ele você pode escolher uma infinidade de softwares disponíveis através de um processo de instalação RIDICULAMENTE SIMPLES – Escolha o software, espere o download e ele está disponível. Mais simples que andar pra frente.

Uma vez que tudo caminha para ficar nas ‘nuvens’ tendo um Fire Fox (disponível por padrão) e um Opera (download e instalação pelo site da Opera) consigo fazer tudo o que preciso com o SO.

Por fim, se desejar trocar, vale mudar seu mindset para uma experiência enriquecedora e diferente, mas que com certeza dará muita satisfação.

Thursday, February 25th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@eumigo comigo mesmo

No hagah: O nome forte do espetáculo não é menos marcante que a trajetória de Marighella, que foi protagonista na luta contra a ditadura do Estado Novo e Regime Militar. Na seqüência de cenas, o público assiste a momentos importantes desta trajetória: sua origem da Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, democracia, constituinte, clandestinidade, ditadura militar, luta armada e morte em emboscada. É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões.

Melhor comparecer!

Monday, February 01st, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ eumigo comigo mesmo

Buenos Aires tem diversas opções de entretenimento mas tome cuidado pois planejamento para aproveitar o máximo possível é fundamental.

Avenida Nove de Julio, Obelisco, Plaza de Mayo, Casa Rosada, Recoleta, La Boca, El Caminito e obviamente: Puerto Madero – enfim, são lugares que você DEVE passar.

Aproveitando o momento: há diversas opções para passar por todos este lugares. Julgo que a principal delas é por táxi, visto que é um meio extremamente barato mas não deixe de aproveitar os ônibus turísticos.

Pra quem curte arquitetura e afins, Buenos Aires é um prato cheio, mas de novo: planeje-se!!! Aqui no site oficial de turismo de Buenos Aires é possível encontrar nomes importantes e com um poquinho mais de vontade é possível encontrar fotos dos locais.

Thursday, January 28th, 2010 | Author: Marco Neuwiem

@ eumigo comigo mesmo

Sábado, 23/01/2010, resolvi sair em busca de uma oportunidade para trocar de carro.

Primeiro lugar que parei para começar a ‘ver o que fazer’ foi na revendedora da Hyundai de SC, e como estava apaixonado pelo i30 começamos a negociar o carro.

No mesmo dia, o Jornal de Santa Catarina apresentava uma promoção que era algo mais ou menos assim: i30 a partir de R$ 56.900,00 com pagamento de 60% do valor do carro na entrada e o restante em suaves parcelas de R$ 500,00. IMPORTANTE: SEU USADO VALE COMO PARTE DA ENTRADA.

Eu estava feliz da vida com o anúncio, mas, antes de comentar com o vendedor o anúncio, resolvi explorar mais a negociação sem levantar a questão da propaganda.

Pois bem, o i30 com câmbio manual (a mais nova opção) sairia por R$ 59.900,00 – E em nenhum momento o vendedor citou a promoção. Neste momento comecei a desconfiar da idoneidade da revenda.

Bem, então, como ato contínuo, pedi ao vendedor que avaliasse meu carro (307 Passion 1.6 16V 110cv 5p), que pela tabela da FIPE vale algo em torno de R$ 25.000,00. De imediato o vendedor me ofereceu R$ 23.000,00 – ou seja, de cara eu perderia R$ 2.000,00.

Como não havia passado em nenhum outro lugar para negociar pensei que isso poderia ser um “desconto padrão“. Não ligo pra isso, negociar tem suas artimanhas, ele quer pagar o mínimo possível, e, eu, obviamente, quero receber o máximo possível – são posições antagônicas.

Mas o pior ainda estava por acontecer.

Depois de fazer o Test-drive (que aliás acabou com toda minha paixão pelo i30) EU, veja bem, eu disse: EU resolvi mencionar a promoção do jornal.

O vendedor disse que desconhecia a promoção e abriu o correio dele para mostrar o flyer. Pois foi a partir desse momento que percebi o quanto uma “PROMOÇÃO” pode ser mascarada – Em questão de minutos, sem mudar nada no meu carro (ele ficou parado o tempo todo no estacionamento da revenda) simplesmente ele perdeu 28% do seu valor, ou seja: SE EU QUISESSE USAR MEU CARRO COMO PARTE DA ENTRADA ELE DEIXARIA DE VALER 23 MIL E PASSARIA A VALER MÍSEROS 18 MIL REAIS (nem vem ao caso, mas há dois anos eu paguei 40 mil nele).

É, é isso mesmo: em 5 minutos meu carro desvalorizou-se R$ 5.000,00.

E olha que ele continua inteirinho, não houve nenhum sinistro no estacionamento da revenda.

Olhei para a cara do coitado do vendedor e disse: “Mas o que aconteceu com o meu carro para ele perder tanto valor em tão pouco tempo”… ele siplesmente não soube explicar.

Virei as costas e fui embora com a certeza de que ali, naquela revendedora da Hyundai de Santa Catarina eu não volto mais. E recomendo a você, que não quer ser logrado, faça o mesmo.