Sem comentários!!!!
@ Teclógica

Indique seu currículo (após cadastrá-lo, claro) aqui:
http://website.teclogica.com.br/website/rh.vagas.info.php?show=25
@ eumigo comigo mesmo

A história é a seguinte, estive em Porto Alegre há alguns dias e loquei um carro na Movida (como aliás já fazia com frequência). No momento da retirada do carro (noite) o infeliz que me entregou largou que os ‘probleminhas’ da calota não causariam nenhum problema na entrega. Eu, trouxa, acreditei e saí… 2 dias depois na entrega do carro (dia) o outro infeliz, disse que teria de me cobrar a calota que estava com pequeno talho.
Argumentei o quanto foi possível mas não obtive êxito com o meliante.
Caramba, garanto que não fiz aquele estrago na calota, tenho certeza disso, estive o tempo todo com outro colega da empresa e caso eu tivesse ‘dado uma pegada na calçada’ ele teria rido muito da minha cara, coisa que não aconteceu.
Pois bem, dias depois (esta semana), recebo uma cobrança de R$ 40,00 pela calota. NÃO QUERO PAGAR, não pelo valor mas sim pela falta de transparência.
@ eumigo comigo mesmo

Fazendo compras no Angeloni de Blumenau me deparei com uma cena que foi no mínimo cômica: um senhor, por volta de 50 anos, passando o cartão na leitora e espantado que ‘nada acontecia’.
Cheguei mais perto e pude perceber por que ‘nada acontecia’: ao invés do software do Angeloni aberto no terminal me deparei com a cena acima – o Outlook Express aberto, claro que nunca daria certo o que o senhor fazia… (sim eu avisei ele e chamei alguém que pudesse direcioná-lo)
@ correio

Sem comentários!
A INFO de Abril/2009 trás um reportagem de capa interessante: “Dá pra confiar no Google?“.
Na reportagem há diversos relatos de pessoas que, mesmo mantendo respeito as regras e políticas de uso das ferramentas do Googlio tiveram suas contas desativadas (GMail, GDocs, Orkut) – Um baita desespero para alguns (ou seria todos nós?)
Bem o fato é que mesmo fora dos domínios do Googlio as coisas não vão bem. Veja o que ocorreu ao tentar acessar minha conta no Hotmail, hoje:

Errar em TI é realmente ‘Umano‘ mas a verdade é que trocamos uma parte de nossa privacidade por estas ferramentas e cada vez que um erro como este do Hotmail, ou mesmo do Google, ocorre ficamos com a sensação de que não temos recebido a altura.
Diretamente do site da Veja:
Em setembro do ano passado, o cirurgião Mauro Igreja (à esq.), do Hospital Santa Isabel, em Blumenau, chegou a participar de dezesseis transplantes, além de viajar por diversas cidades para captar órgãos. À direita (em sentido horário), a assistente social Maria, a enfermeira Solange e a psicóloga Rosi: elas vão atrás de autorização dos familiares de pacientes para a doação.
Eram 4h20 da tarde de 21 de julho de 2001 quando a dona de casa catarinense Margarida Fritzke recebeu a notícia de que sua filha, Raquel, entrara em morte encefálica. Aos 20 anos, a moça não resistiu a uma cirurgia no cérebro para a retirada de um tumor na glândula hipófise. Ao comunicado de que os órgãos da jovem poderiam ser doados e, dessa forma, salvar vidas, a mãe manteve-se inflexível e irredutível: “Ninguém mexe em minha filha. Ela será enterrada inteira”. Seis anos e quatro meses se passaram e o que parecia improvável aconteceu. Num exame de rotina, aos 15 anos, Denis, o segundo filho de Margarida, foi diagnosticado com um tumor raro de fígado. Diante da constatação dos médicos de que só um transplante salvaria o menino, a mãe desabou: “Percebi ali o enorme erro que havia cometido ao me recusar a doar os órgãos de Raquel. Cheguei a pensar que eu não merecia a chance de salvar meu filho. Luto todos os dias para não me deixar dominar pela culpa”. Inscrito na fila para a recepção de um fígado, Denis foi operado em apenas quinze dias. Se a família Fritzke não morasse em Santa Catarina, Margarida provavelmente teria perdido seu outro filho por falta de doadores. Nos demais estados brasileiros, a espera por um fígado varia de um a dois anos, e Denis tinha, conforme os prognósticos mais otimistas, apenas três meses de vida.
O sistema de transplantes de Santa Catarina é exemplar. O número de doadores efetivos do estado é o mais alto do país (veja os quadros). Santa Catarina fechou 2008 com 16,7 doadores por milhão de habitantes, enquanto a média nacional é de minguados sete doadores por milhão de habitantes. Por doador efetivo entenda-se o corpo pronto para a retirada dos órgãos, quando já foram vencidas todas as etapas do processo de captação – do diagnóstico de morte encefálica à manutenção do corpo na UTI, passando pela autorização familiar. “Ninguém morre numa fila de espera por falta de médicos, hospitais ou remédios”, diz Joel Andrade, coordenador da Central de Transplantes de Santa Catarina. “Morre-se por falta de órgãos.” No caso específico do fígado, a morosidade da fila é ainda mais perniciosa. “Dias a mais de espera costumam ser determinantes”, afirma o cirurgião hepático Julio Cesar Wiederkehr, do Hospital Santa Isabel, em Blumenau. “Não há tratamentos paliativos para quem chegou ao ponto de precisar de um transplante hepático.” Como em Santa Catarina a fila por um fígado é mais veloz do que no resto do país, o estado se tornou o campeão nacional dos transplantes hepáticos.
…
Um dos maiores responsáveis pela proeza é o cirurgião Mauro Igreja. Em companhia do motorista Carlão, a bordo de um Gol 2006, 89 000 quilômetros rodados, o médico zanza de um lado para outro do estado, num raio de até 300 quilômetros de Blumenau, na tarefa de captar os órgãos para transplante. Distâncias maiores são percorridas em helicópteros ou jatinhos. A dedicação de Igreja é tanta que ele faz questão de participar também do transplante dos órgãos captados. Em geral, o médico que capta não opera. Em setembro do ano passado, ele participou de dezesseis transplantes hepáticos e de mais dezesseis cirurgias para a retirada de órgãos. Saldo total: 100 horas num centro cirúrgico, duas multas por excesso de velocidade e dezesseis vidas salvas.
Fica a lição: se quiser mudar o mundo faça bem feito aquilo que você faz.
@ eumigo comigo mesmo

Tá bom se perder em qualquer lugar é sempre uma aventura, mas confesso que Porto Alegre ficará para sempre na minha memória pela facilidade em que se consegue embrenhar-se pelas vielas e ficar com aquela sensação de “Meu Deus onde eu estou?”
Pois bem, graças a combinação do Sony Ericsson w880 mais o GMaps consegui me encontrar com relativa facilidade.
A precisão no mapa era relativamente ruim, com pontos em que a assertividade do local beirava 3.000 metros, mas na média ficou próximo a 700 metros, o que para mim, naquelas condições era praticamente perfeito.
No fim das contas, deixei de rodar muito por causa da dupla aí… muito bom e recomendo o download para seu celular.
@ aki mesmo no Capivara

Tem coisas estranhas pela internet. A imagem acima é um print que fiz aqui na Home do Capivara de um banner do Googlio Adwords e deveria ser um link de patrocínio que dissesse algo a respeito do que ele trata. Ocorre que ao clicar no banner (me interessou) fui direcionado da seguinte forma:
e na sequência:
2) http://www.lemondemultimarcas.com.br/?gclid=CIC9pbz4rpkCFQwDGgodalsTJA
E o resultado final:

E fica aquestão: quem faz anúncio no Adwords para encaminhar o usuário para uma página 404? Interessante a abordagem…
Diria mesmo: Inovador!!!!
Update: o site voltou a funcionar – ainda assim a estratégia continua interessante: páginas sem conteúdo (A empresa, Lojistas).
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Seguradora que só não quebrou porque foi resgatada pelo governo pagou US$ 165 mi em bônus
A seguradora AIG pediu para que alguns de seus empregados devolvam ao menos parte dos polêmicos bônus de 165 milhões de dólares pagos nesta semana.
O presidente da AIG, Edward Liddy, disse que pediu aos funcionários da divisão de produtos financeiros – a que teve maiores perdas – e que receberam mais de 100 mil dólares para que devolvam no mínimo metade dessa remuneração variável.
Ele disse, entretanto, que o pedido pode levar à saída de importantes funcionários. “Eles vão devolver os bônus, mas vão devolvê-los junto com pedidos de demissão”, afirmou Liddy.
Os bônus pagos pela AIG revoltaram a opinião pública americana e obrigaram o governo a agir. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que vai pedir uma mudança na legislação que lhe dê poder para suspender os contratos que legitimam o pagamento dos bônus.
Sinceramente? Se o cara é responsável pela criação destes ’sofisticados produtos financeiros’ que achincalharam o mercado financeiro quero mais é que ele REALMENTE PEÇA DEMISSÃO, o que aliás duvido muito que ocorra já o desemprego na terra do Tio Sam é o maior nos últimos 10 anos e não acredito que uma pessoa destas se demita neste momento.




