Sexta é dia de vinho (parte 3): Legado Muñoz Garnacha 2009

@eumigo comigo mesmo

Hoje é sexta feira… e como você sabe, sexta feira é dia de vinho.

A opção de hoje vem do velho mundo: dizem que a família Muñoz (Espanha) produz vinhos de excelente qualidade e os vinhos são acomodados numa cave que data do século XVII (esses vinhos são abusados, hein?). Mas vamos ao que interessa!

Preço

É um vinho com uma boa avaliação por ai, e ainda um preço muito acessível: por volta de R$ 27,00. Infelizmente não consegui outras referências de preço pela internet, mas dá pra considerar o valor que eu paguei como um preço justo pelo vinho.

Prazer

A mim não é um vinho que surpreende: como a maioria dos espanhóis que bebo, é um vinho marcante, forte, e que merece umas taças de água adicionais. Mas vale salientar que na ponderação binômio Preço x Prazer é um bom representante.  O rótulo, como podes perceber, é algo que foi muito bem trabalhado e merece destaque:

Em compensação a rolha não fa jus ao conjunto:

Prá fechar

Espanha, detentora da maior área cultivada em vinhedos no planeta é, sem dúvida, um país de grande tradição vinícola e possui inúmeros vinhos de alta qualidade. Desconhecê-los é ignorar uma importante parte do maravilhoso mundo do vinho.

Existem hoje na Espanha 54 regiões D.O.s (Denominación de Origen), e boa parte delas têm seus vinhos consumidos localmente ou exportados em pequenas quantidades. Nos últimos anos, tem sido crescente o interesse mundial pelos vinhos espanhóis, levando ao aumento das exportações, mas, ainda assim, são poucos os melhores vinhos disponíveis no mercado internacional e especialmente no Brasil.

E isso tudo me leva a crer que ainda teremos alguns bons espanhóis aqui no Capivara para ‘falar a respeito’.

Vinhos

2 responses to Sexta é dia de vinho (parte 3): Legado Muñoz Garnacha 2009


  1. Maurício

    Capivara… Não entendí a observação quanto a rolha! O problema foi a deformação ou o material utilizado?

  2. Maurício, a deformação alí é da foto/recorte que eu fiz… O fato é que não consigo gostar das rolhas sintéticas: perde-se todoo glamour do processo de ‘abrir’ o vinho. Ainda pior quando trata-se de garrafas fechadas com rosca… 🙂

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