As Sete Leis Espirituais do Sucesso

@eumigo comigo mesmo

Essa é uma daquelas experiências que foge a minha (in)capcidade de compreender as coisas que acontecem neste mundo.

Há coisa de uns 3 ou 4 meses, conheci uma pessoa que fez uma recomendação de leitura – Após pesquisar brevemente qual era minha percepção sobre espiritualidade ele indicou o livro acima para leitura e só tenho a agradecer pela indicação.

No livro, o autor, Deepak Chopra fala sobre coisas que outros autores abordam mas num formato que facilita a leitura e entendimento sobre o que ele deseja repassar, ou seja, em grande parte a abstração de se falar sobre “consciência” ou “espiritualidade” passa a ser facilmente assimilado.

O interessante é que após iniciar a leitura já é possível se permitir aproveitar as benesses desse ‘estilo de vida’ (encare com mais ludicidade o termo entre aspas).

Abaixo vou explorar um pouco sobre meu entendimento a respeito das 7 leis:

1. Lei da Potencialidade Pura

Sendo sincero: esse nome não representa o que a lei realmente significa. A principio é fácil pormenorizar o significado dela por conta disso, mas a verdade é que você sabe e sente que é algo além do seu corpo físico e sua mente, contudo, não foca sua atenção neste fato.

Frequentemente você se deixa levar por suas opiniões a respeito das ‘coisas da vida’ e esquece que essa opinião é um julgamento que sua mente criou, ou seja, não foi você quem criou o julgamento, foi sua mente. E há uma grande distância entre VOCÊ e SUA MENTE.

Quando nos deixamos levar por nosso ego, ou seja, nos deixamos viver apenas pelos caminhos que nosso ego nos permite ir, vivemos naquilo que o Autor chama de “objeto-referência” e assim sendo somos levados a ter uma vida onde buscamos a todo momento a aprovação dos outros e assim somos influenciados por pessoas, situações e ideias. Tudo isso por conta do MEDO.

Medo da não aprovação, medo de perdermos, medo de sermos diferentes, medo de rejeição: MEDO, MEDO e mais MEDO.

O ego nada mais é do que sua máscara social, um reflexo da sua imagem.

Mas lembre-se que o seu verdadeiro Eu, que você pode chamar de alma, espírito ou consciência, está livre dessas necessidades. O seu verdadeiro Eu é imune às críticas, não teme desafios, é humildade e ciente das coisas verdadeiras que te rodeiam – A isso o autor chama de Autorreferência.

1.1. Meditar

Uma das formas de se ter acesso a esta consciência é praticar a meditação (e acredite: é mais fácil do que você pensa) . Começe reservando alguns poucos minutos no início do seu dia e mais alguns no fim do dia aumentando gradativamente esse tempo – OSHO é outro autor que pode ajudar nessa tarefa. Essa leitura aqui também é muito saudável nessa tarefa.

MAS PRA MIM a grande sacada da prática desta lei reside nas seguintes atividades:

1.2. Reserve um tempo para comungar com a natureza

É impressionante o que a simples observação da natureza pode trazer de belo. É simplesmente fantástico poder sentir a inteligência que a natureza demonstra: seja numa floresta, num rio ou mesmo no céu. Quando vocÊ se deixa levar por este sentimento de unidade, de participação da natureza, você passa a se sentir parte do todo, e pode desfrutar das delícias que apenas esta comunhão pode te trazer.

Pode parecer coisa de doidão, ou mesmo de maluco, mas desde que li isso, pela manhã fico contemplando a floresta que há na minha janela e tem momentos que eu sinto me fazer parte dela, assim como se não houvesse diferença entre meu corpo e as folhas das árvores – Realmente é uma experiência inexplicável. Mas extasiante!

1.3. Pratique o NÃO julgamento

Experimente se fazer o seguinte desafio: durante todo um dia não se deixe julgar as pessoas ou fatos. No começo pode parecer impossível, mas eu atesto: é possível e te fará um bem incrível em controlar a tua mente a não emitir julgamentos.

Tente o seguinte: ao emitir algum julgamento (e isso ocorrerá, tenha certeza) faça com que a tua voz interior ‘olhe’ para a tua mente MAS LEMBRE-SE não se julgue dizendo que foi certo ou errado, apenas faça com que a sua voz interior olhe para sua mente. Aos poucos você perceberá que a tarefa ficará cada vez mais simples de ser realizada e poderá colher os frutos da não preocupação com os outros, e ainda mais iniciará o seu caminho nessa jornada de busca pelo conhecimento interior fazendo bem a si mesmo e aos outros.

2. Lei da Doação

Dar ou receber são diferentes visões da mesma coisa: energia em trânsito.

Por trás de qualquer doação há uma intenção e é neste ponto que o autor foca parte da atenção: sua intenção ao dar alguma coisa deve ser a de prover a quem receberá a alegria e felicidade pois ambas são grandes provedoras de vida.

Dê uma oração, um cumprimento, um abraço, um cartão, uma flor, mas dê, e o faça com todo desejo de melhores intenções a quem receber pois o retorno será em grande abundância.

Lembro que logo após ler sobre a Lei da Doação (que também refere-se a lei do Receber) comecei a prestar maior atenção as pequenas coisas, como o poder que um cumprimento tem: certa feita saíamos de casa (Esposa, Filho e Eu) quando nos deparamos com uma pessoa que faz a limpeza do condomínio e meu filho prontamente deu a essa pessoa um caloroso e sonoro bom dia!

A partir deste dia, essa pessoa passou a olhar não apenas com ternura e carinho pelo meu filho mas faz questão de que essa situação (encontrar-se pela manhã) repita-se tantas vezes quanto possíveis.

São 3 práticas que missivist recomenda:

2.1. Dê um presente a todo lugar que fores e a todos que encontrar – Uma flor, uma oração o que quer que seja.

2.2. Receba agradecido, diariamente, todas as dádivas que a vida te oferece: o ar que respiras, o sol, a chuva enfim tudo ao teu redor.

2.3. Assuma o compromisso de manter a riqueza circulando em tua vida.

3. Lei do Carma ou de Causa e Efeito

Não tem segredo: você colhe aquilo que planta, é certo.

Carma é o conjunto de ações e consequências, ou seja, toda consequência é uma causa, e assim sendo, carma implica em tomarmos ações conscientes. E lembre-se somos escolhedores infinitos enquanto estivermos aqui pois a todo momento tomamos decisões e escolhas.

Eu posso te mandar um e-mail com um elogio e VOCÊ ESCOLHER ficar lisonjeado com o correio. Da mesma forma eu posso enviar um correio de xingando e VOCÊ ESCOLHER ficar nervoso e revidar. Mas entenda: VOCÊ é quem escolheDeixe de viver a vida Pavloviana e condicionada aos reflexos inatos e passe a escolher o teu destino.

3.1. Observe suas sensações físicas, pois seu corpo fala, e decida não apenas com a razão mas com todas as suas percepções

Isso me remete ao fato que acontece com certa frequência comigo: ter uma ‘sensação estranha’ no corpo e não saber defini-la, nem mesmo interpretá-la de forma adequada. Explico com um exemplo:

Dias desses fui almoçar com minha esposa, e, ao sair do restaurante, acabei saindo antes dela pois ela havia ido ao toalete, e quando ela estava vindo em direção ao carro, olhei pra ela e senti ‘Tem algo de errado, parece que falta algo’.

Mas me deixei levar pela razão ‘Tem nada não, vamos embora’. 20 minutos depois, ainda dentro do carro ela olha pra mim e diz apavorada: “Esqueci a bolsa no restaurante”.

Se eu tivesse prestado mais atenção ao que o meu corpo estava dizendo poderíamos ter evitado este problema: você com certeza já passou por situações semelhantes.

3.2. Quando fizer uma escolhe se pergunte: Quais serão as consequências? Isso trará alegria e felicidade para mim e aqueles ao meu redor?

4. Lei do Mínimo Esforço

Sem ansiedade, sem resitÊncia e com muita harmonia: é assim que a natureza faz as coisas acontecer e você pode (deve) seguir a mesma lógica.

As flores não se esforçam para desaborchar, elas apenas desabrocham. A grama não se esforça para crescer, ela simplesmente cresce. O sol não se esforça, ele apenas brilha.

O mínimo esforço é despendido quando suas ações são motivadas pelo amor, por a natureza se mantêm unida pela energia do amor. Quando você busca exercer o poder e o controle sobre as pessoas está despediçando energia.

Há 3 componentes fundamentais para você possa usar esta lei a seu favor:

  1. Aceitação: este momento é exatamente como ele tem de ser assim você deve aceitá-lo e não ficar lutando contra o universo despediçando suas energias. Veja, você pode querer um futuro diferente, contudo, agora, neste momento, deves aceitá-lo como ele se apresenta.
  2. Responsabilidade: não fique culpando alguém (nem mesmo você) pelas coisas que acontecem. Aceite as coisas como elas e tome para si a responsabilidade de transformar esta situação numa experiência melhor.
  3. Indefensibilidade: pare de perder tempo discutindo seus pontos de vista com os outros. 90% do seu tempo você despende neste tipo de situação que não amadurece nem te faz melhor, portanto, pare de desperdiçar suas energias defendendo seus pontos, culpando os outros e aprenda a ser mais flexível.

4.1. Pratique a aceitação: diga para si mesmo – Hoje aceitarei as situações, circustâncias e pessoas do jeito que eles se manifestarem.

4.2. Assuma a responsabilidade pela sua vida e pare de se culpar ou culpar os outros – Olhe para os problemas como oportunidades.

4.3. Assente sua percepção na indefensibilidade: permaneça aberto a todos os pontos de vista e não se prenda a nenhum deles.

5. Lei da Intenção e do Desejo

Separe a Atenção da Intenção: a primeira energiza enquanto a segunda transforma.

Quando você concentra a sua atenção em alguma coisa, esta, fica mais forte em sua vida. A intenção organiza a capacidade de que aquilo que é foco de sua atenção simplesmente aconteça.

Quantas vezes você já falou a expressão “Puxa vida eu estava mesmo pensando em você” quando alguém te telefona, ou mesmo quando te deparas com alguém na rua? Muitas né?

Não há acaso nisso: você tem uma imensa capacidade de realizar as coisas basta colocar sua atenção e intenção nelas -Mas lembre-se de não se apegar aos resultados deste desejo.

5.1. Crie uma lista de desejos e anes da meditação mantenha sua atenção nesta lista.

5.2. Confie: se as coisas não saírem como você deseja é porque há uma razão para isto.

5.3. Mantenha-se consciente e vivendo no AGORA.

6. Lei do Distanciamento

Para que consigas qualquer coisa na natureza deves desistir do apego a ela. Isso não significa desistir da intenção e do desejo, significa que você deve apenas abandonar o apego aos resultados deste desejo.

O apego está baseado no medo e insegurança e toda fonte de medo está ligada ao desconhecimento do verdadeiro Eu.

Aposto que você já ouviu, ou mesmo pensou no seguinte: “Quando eu tiver X milhões, estarei tranquilo, e financeiramente independente e me aposentarei. Aí farei o que eu realmente desejo”.

Essa segurança é ILUSÃO! O apego ao dinheiro sempre trará mais insegurança. Veja, você pode e talvez deva desejar o dinheiro, mas não na busca de segurança, nem mesmo apegado ao resultado que ele traz.

Esse apego ao conhecido é uma prisão que te leva para o passado, já que o conhecido nada mais é do que os velho condicionamentos, suas velhas experiências sempre te serão mais ‘seguras’, contudo, agindo assim você não evoluirá em nenhum aspecto e quando não há evolução há ruína.

6.1. Comprometa-se com o distanciamento: dê liberdade para você e para os outros de ser o que são.

6.2. Transforme a incerteza em um ingrediente essencial da própria experiência.

6.3. Esteja aberto a todas as possibilidades se aproximando das infinitas condições que o universo pode apresentar.

7. Lei do Darma

Todos, sem nenhuma exceção tem um dom único, um talento especial para dar aos outros. É improvável que esse experiência breve que passamos na Terra não tenha um propósito especial, alguma coisa que te faça olhar para todo o tempo que permaneceres por aqui e ter a sensação que valeu a pena ter passado por tudo isso.

Pense bem: faria sentido estar aqui simplesmente por estar? Não, eu não consigo acreditar nisso. O autor afirma que “somos seres espirituais com experiências físicas, e não o contrário“.

Isso implica em diversas coisas:

  1. Você deve descobrir quem é o seu verdadeiro Eu
  2. Deve também descobrir seu talento único
  3. Deve também servir a humanidade ajudando àqueles que tenho contato

7.1. Foque sua atenção ao espírito que habita o teu corpo.

7.2. Tenha uma lista de seus talentos únicos e avalie como fica feliz expressando estes talentos.

7.3. Questione-se: “Como posso ajudar?”

Quero conhecer os pensamentos de Deus… O resto é detalhe. (Albert Einstein)

Capivarou!

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