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Thursday, October 26th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Terra.es

El presidente venezolano, Hugo Chávez, dijo hoy que su colega de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ‘está obligado a ganar’ las elecciones en su país, que se celebrarán el próximo día 29.

Al explicar a una delegación de funcionarios de Vietnam las potencialidades energéticas de Suramérica, con un mapa para señalar las rutas de gasoductos regionales proyectados, el principal por territorio brasileño, Chávez dijo: ‘Lula, sé que vas a contraatacar, no puedes perder, estás obligado a ganar, venceremos’.

Coisa de ‘cumpadre’.
Alguém aí sabe bem o que o Chaves anda fazendo por lá?
Querem o mesmo por aqui?

Wednesday, October 11th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ E-mail

Quer ver pra crer???

Entrem em http://www.previdenciasocial.gov.br

Depois entrem no link : Beneficios
Depois: Extrato de pagamento de beneficios

Uma vez lá, entrem com o seguinte número de beneficio:
1025358780

Data de nascimento: 06/10/1945

luLLa.gif

Thursday, October 05th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Estadão

Para executivo, políticos ainda não consideram a influência e as implicações do desenvolvimento tecnológico e da internet.

 
LONDRES – Os políticos ainda precisam reconhecer o impacto da internet, que pode afetar o resultado de uma eleição, afirmou Eric Schmidt, presidente e diretor-executivo do sistema de buscas Google, em entrevista ao jornal “Financial Times” (FT).

“Muitos políticos não entendem muito bem o fenômeno da internet. Em parte pela idade. Em geral, o que eles sabem da internet é o que aprenderam com os seus filhos”, comentou Schmidt.

Se um monte de gente jovem não consegue entender as consequências da web em nossas vidas pq um político conseguiria?

Monday, October 02nd, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ estadão

Infográfico do estadão matou-a-pau.
Agora me diz: quem tem culpa?

Friday, September 29th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Eumigo comigo mesmo

Domingo será o dia mais importante dos próximos quatros anos, e para cada um dos quatro principais candidatos presidência eu tenho um agradecimento:

Heloisa Helena,
Muito obrigado por sua bravura, raça, força e vontade.
É disso que um presidente da república precisa: seriedade, competência e ética para seguir seus próprios preceitos e não se vender nunca para nada nem ninguém.
Suas palavras no debate de ontem para mim serão eternamente lembradas como um exemplo a ser seguido.

Geraldo Alckmin,
Obrigado por sua seriedade, racionalidade, sabedoria e resiliência.
Também são com essas qualidades que se faz uma grande pessoa.
Certamente no próximo domingo muitas pessoas colocarão em suas mãos a esperança de um país melhor e é nessa esperança que você deverá se basear: não nos decepcione.

Cristovam,
Muito obrigado por sua humildade.
Ontem no debate o Sr. teve maturidade suficiente de abdicar de seus votos em favor de algo maior, algo que seu país precisa para mudar.
Quando você disse que o Brasil precisa de um segundo turno, e que era importante que todos nós eleitores fizessemos que isso ocorresse vi em seu coração a sinceridade que apenas os sábios tem. Ter a força para indicar um concorrente para receber os ’seus’ votos é para poucos nesse país.

Lula,
Obrigado por sua ausência.
Quem não deve não teme.
Você saberá no domingo que você me DEVIA ISSO. NOS DEVIA ISSO, E AINDA DEVE.
Com tanta podridão sendo escancarada nesse país você REALMENTE ME DEVIA SUA PRESENÇA NESSE DEBATE.
Você é, infelizmente, o presidente do meu país e me deve todo o esclarecimento desses fatos e não me desse. Espero sinceramente que no próximo domingo você entenda que não podemos ser enganados todo o tempo.

Obrigado por ler meu desabafo…

Wednesday, September 06th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Veja, @ Carta Capital

Na Veja:

A campanha presidencial deste ano não esquentou até agora, mas já produziu um fenômeno novíssimo: nunca, desde que o país voltou democracia em 1985, houve um desgarramento tão profundo entre o voto dos pobres e o voto da classe média.

Na Carta Capital:

Lula alcançou 50% das intenções de voto e tornou mais provável a possibilidade de definir a eleição para a Presidência da República ainda no primeiro turno, segundo a quarta rodada da pesquisa CartaCapital/Vox Populi. A chegada a esse patamar significa que, além de ter mantido a preferência dos eleitores mais pobres, o presidente, em busca da reeleição, reconquistou o apoio de uma grande parte da difusa e inquieta classe média brasileira.

Na minha humilde opinião:
Carta Capital é altamente tendenciosa ao expor o fato de tal forma.
O conteúdo pode até ser fato, mas o formato é muito estúpido.

Wednesday, September 06th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ E-mail

Diamantina, interior de Minas, 1914. O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como Presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.

Brasília, 2003. Lula assume a presidência. Arrogante, se ‘vangloria de não ter estudado’. Acha bobagem falar inglês. “Tenho diploma da vida”, afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar – sua meta até hoje, ao que parece.
ARGH!

Londres, 1940. Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.

Brasília, 2005. A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana – e consegue. Explica, candidamente, que quer “um futuro melhor para seus filhos”.
ARGH!

Washington, 1974. A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005. Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o “eu não sabia de nada!”, e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi “traído”, mas não conta por quem.
XÔ, XÔ!

Londres, 2001. O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005. O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho nessa “sujeira”. Ele mesmo, com essa declaração, reconhece a “sujeira” toda por trás da negociata?
CHAMEM A POLÍCIA E PRENDAM ESSE PINGUÇO!

Nova Délhi, 2003. O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo, EMB 195, da Embraer, por US$ 10 milhões.

Brasília, 2003. Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA, só comparável aos
dos sultões e marajás do oriente, montados em suas montanhas de petro-dólares.
OUTUBRO ESTÁ AI! ACORDA BRASIL!

Só posso repetir: ACORDA BRASIL!
Não que temos opções que fariam totalmente diferente, mas se na democracia temos a oportunidade de alternação do poder então é chegada a hora de mudarmos novamente.

Monday, September 04th, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Movimento 7 de Setembro

Os jovens de Blumenau vão fazer um grande movimento cívico no desfile de 7 de Setembro organizado pela UCE (União Catarinense dos Estudantes).

Venha para a rua XV de Novembro, vestido(a) de verde e/ou amarelo.
Vamos fazer uma passeata contra a corrupção na política brasileira.

Chega de mensalão.
Chega de sanguessugas.
Chega de quebra ilegal de sigilo bancário.
Chega de ‘eu não sabia de nada’.

Vamos fechar o desfile de 7 de Setembro com uma grande marcha cívica, mostrando que o Brasil pode e deve ser melhor. PARTICIPE!

Estou fazendo a minha parte, e você?

Saturday, September 02nd, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Veja

“José Dirceu tem um blog. Quer saber quanto o iG gasta com ele? Eu também quero. De quem é o dinheiro do iG? É seu, tonto!”

José Dirceu tem um blog. Quer saber quanto o iG gasta com ele? Eu também quero. Quer saber de quem é o dinheiro do iG? É seu, tonto! De quem mais poderia ser?

O iG pertence Brasil Telecom. E a Brasil Telecom está na esfera dos fundos de pensão estatais. Eu já contei aqui na coluna como o lulismo tomou a Brasil Telecom de Daniel Dantas. Houve de tudo: financiamento ilegal de campanha, espionagem, chantagem, achaque e propina. Eu já contei também qual foi o papel de Lula na trama. Chega de me repetir. Quem quiser saber mais sobre o assunto, consulte o arquivo de VEJA. O que importa agora é como o iG está gastando seu dinheiro. E para onde ele está indo.

Luiz Gushiken é o ideólogo da propaganda lulista. Quando os fundos de pensão passaram a influir no iG, o portal se transformou na voz do PT. Caio Túlio Costa, aquele que Paulo Francis apelidou de “lagartixa pré-histórica”, foi nomeado presidente do grupo em maio deste ano. De lá para cá, além de José Dirceu, foram contratados como comentaristas Franklin Martins, Paulo Henrique Amorim e Mino Carta. Todos eles na fase descendente de suas carreiras. Todos eles afinados com o DIP de Luiz Gushiken. Mais do que isso: Paulo Henrique Amorim e Mino Carta se engajaram pessoalmente na batalha comercial do lulismo contra Daniel Dantas. Quer saber quanto o iG paga a Franklin Martins? Entre 40 000 e 60.000 reais. Quer saber quanto ele paga pelo programa de Paulo Henrique Amorim? 80.000 reais.

O iG pode parecer pouca coisa. Mas é o terceiro maior portal do Brasil. Agora está pronto para difundir a propaganda do governo. O PT acaba de elaborar um documento em que pede uma “mudança nas leis para assegurar mais equilíbrio na cobertura da mídia eletrônica”. Muita gente está alarmada com o documento. O temor é que, num segundo mandato, os lulistas atropelem as leis para tentar aumentar seu controle sobre a imprensa. O fato é que isso já aconteceu pelo menos uma vez neste mandato, quando a turma de Luiz Gushiken tomou de assalto o iG. O documento do PT fala em oferecer “incentivos econômicos para jornais e revistas independentes”. Independente, para o PT, é José Dirceu. É Franklin Martins. É Paulo Henrique Amorim. É Mino Carta. É o assessor de imprensa de Delcídio Amaral, que tem um blog político no iG. Só falta o Luis Nassif. Essa é a turma que, segundo o PT, precisa de incentivos econômicos do Estado. Carta Capital sempre atacou Daniel Dantas. Acaba de ser recompensada por um acordo com o iG. De quanto? Eu quero saber.

Lula cantarolou a seguinte marchinha, como relatam os repórteres Eduardo Scolese e Leonencio Nossa no livro Viagens com o Presidente:

“Ei, José Dirceu,

devolve o dinheiro aí,

o dinheiro não é seu”

Lula conhece muito bem José Dirceu. Se diz que o dinheiro não é dele, é porque não é mesmo. Devolve o dinheiro aí, José Dirceu.

O Mainardi prá variar botando luz na podridão do PT.
Nunca gostei do IG, quero que se foda o IG.
Mas que tem sido usado com o fim citado pelo Diogo, ah isso tem.
Veja o conversa fiada do Paulo Ripilique Tamborim, alguma dúvida?

Monday, August 21st, 2006 | Author: Marco Neuwiem

@ Estadão

Para conquistar votos, valem vídeos no YouTube, corpo-a-corpo no Orkut e até emoticons para o MSN

Foi-se o tempo em que a propaganda eleitoral na internet ficava restrita a home pages com as propostas dos candidatos. De olho no potencial da rede e por economia, muitos políticos resolveram apostar em novas ferramentas para tentar conquistar eleitores pela web na campanha deste ano. A panfletagem online inclui colocar vídeos no site YouTube, adicionar eleitores na comunidade virtual Orkut e fazer propaganda usando mensageiros instantâneos, entre outros artifícios.

Até o telefone móvel foi “convocado”. No site de campanha do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), por exemplo, existe uma ferramenta que permite aos eleitores enviar torpedos SMS, dizendo que o apóiam, para amigos. Outro link leva a folders e adesivos prontos para imprimir, recortar e distribuir. Dá ainda para ligar para um número de telefone, deixar uma mensagem e, depois, ouvi-la via internet. Há a intenção de, em breve, incluir depoimentos em vídeo.

O Gabeira me deixa cada vez mais assustado: alguém se escapa da corja de escrotos.