Divulgação…
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II Simpósio de Farmácia Hospitalar: Segurança em Farmácia Hospitalar
Por quê não comprar um i30 em Santa Catarina?
@ eumigo comigo mesmo
Sábado, 23/01/2010, resolvi sair em busca de uma oportunidade para trocar de carro.
Primeiro lugar que parei para começar a ‘ver o que fazer’ foi na revendedora da Hyundai de SC, e como estava apaixonado pelo i30 começamos a negociar o carro.
No mesmo dia, o Jornal de Santa Catarina apresentava uma promoção que era algo mais ou menos assim: i30 a partir de R$ 56.900,00 com pagamento de 60% do valor do carro na entrada e o restante em suaves parcelas de R$ 500,00. IMPORTANTE: SEU USADO VALE COMO PARTE DA ENTRADA.
Eu estava feliz da vida com o anúncio, mas, antes de comentar com o vendedor o anúncio, resolvi explorar mais a negociação sem levantar a questão da propaganda.
Pois bem, o i30 com câmbio manual (a mais nova opção) sairia por R$ 59.900,00 – E em nenhum momento o vendedor citou a promoção. Neste momento comecei a desconfiar da idoneidade da revenda.
Bem, então, como ato contínuo, pedi ao vendedor que avaliasse meu carro (307 Passion 1.6 16V 110cv 5p), que pela tabela da FIPE vale algo em torno de R$ 25.000,00. De imediato o vendedor me ofereceu R$ 23.000,00 – ou seja, de cara eu perderia R$ 2.000,00.
Como não havia passado em nenhum outro lugar para negociar pensei que isso poderia ser um “desconto padrão“. Não ligo pra isso, negociar tem suas artimanhas, ele quer pagar o mínimo possível, e, eu, obviamente, quero receber o máximo possível – são posições antagônicas.
Mas o pior ainda estava por acontecer.
Depois de fazer o Test-drive (que aliás acabou com toda minha paixão pelo i30) EU, veja bem, eu disse: EU resolvi mencionar a promoção do jornal.
O vendedor disse que desconhecia a promoção e abriu o correio dele para mostrar o flyer. Pois foi a partir desse momento que percebi o quanto uma “PROMOÇÃO” pode ser mascarada – Em questão de minutos, sem mudar nada no meu carro (ele ficou parado o tempo todo no estacionamento da revenda) simplesmente ele perdeu 28% do seu valor, ou seja: SE EU QUISESSE USAR MEU CARRO COMO PARTE DA ENTRADA ELE DEIXARIA DE VALER 23 MIL E PASSARIA A VALER MÍSEROS 18 MIL REAIS (nem vem ao caso, mas há dois anos eu paguei 40 mil nele).
É, é isso mesmo: em 5 minutos meu carro desvalorizou-se R$ 5.000,00.
E olha que ele continua inteirinho, não houve nenhum sinistro no estacionamento da revenda.
Olhei para a cara do coitado do vendedor e disse: “Mas o que aconteceu com o meu carro para ele perder tanto valor em tão pouco tempo”… ele siplesmente não soube explicar.
Virei as costas e fui embora com a certeza de que ali, naquela revendedora da Hyundai de Santa Catarina eu não volto mais. E recomendo a você, que não quer ser logrado, faça o mesmo.
Mcdonald’s em Blumenau – Muito podre!
@eumigo comigo mesmo
Visitar o McDonald’s é uma experiência única: você chega, faz o pedido e senta-se para desfrutar do ambiente e da refeição. Exceto em Blumenau: nas condições em que a estrutura física se encontra chega a dar medo comer ali.
As fotos não passam nem 5% da péssima impressão que se tem ao visitar o lugar: agua espalhada pelo chão, infiltrações extremamente aparentes no teto, falta de higiene generalizada enfim, um terror total.
Sugiro mais atenção dos que ali trabalham…
Apagão de Talentos?
@ Eumigo comigo mesmo

Falta de mão de obra nunca foi nem nunca será uma exclusividade do segmento de TI no país. Mas lendo a respeito, me deparei com algumas informações interessantes que compartilho e comento.
No site Análise em Foco, Rodrigo Pereira, comenta o seguinte:
…Acionei minha rede de contatos, alguns currículos apareceram, mas, até o momento, a vaga ainda não encontrou candidato à altura. Ou quem se candidata têm deficiências de formação, ou aqueles que poderiam ser contratados estão bem empregados e remunerados em outras empresas.
…Enquanto isso, o trabalho segue acumulando na mesa da agência e toda a cadeia que a cerca se recente dos efeitos. É emprego e renda que deixam de ser gerados, é imposto que deixa de ser arrecadado, é oportunidade de crescimento que acaba desperdiçada. Trata-se de verdadeiro “apagão de talentos”, como definiu certa vez, há um ano, a executiva de uma grande empresa da cidade.
…A conclusão do estudo é escabrosa: 83% das empresas blumenauenses, na hora de contratar, não encontram o candidato ideal. Ou ficam sem preencher a vaga, ou colocam ali um trabalhador que não tem toda a qualificação desejada.
De fato, encontrar um “candidato à altura” pode ser uma tarefa homérica – seja por que há restrições de formação e experiência, ou porque a empresa esteja buscando um candidato hiperqualificado para uma posição que oferte pouco em troca. Aqui, vale a antiga, mas sempre atual “Lei da Oferta e Procura” – Pode parecer cruel, mas é verdadeiro.
Note que se de alguma forma uma empresa consegue ‘se virar’ colocando uma pessoa com uma qualificação não completa para a posição, e ainda assim honrar seus compromissos, não seria de se pensar em fomentar a qualificação suplementar? Alguns casos interessantes na região de Blumenau seguem nesta linha, como o Entra 21 ou mesmo as empresas que seguiram a tendência de criar suas universidades corporativas, como a Teclógica.
A Revista Capital Aberto segue na mesma linha:
Sofisticação do mercado leva à escassez de profissionais não só em número, mas também em qualidade
linha pontilhada
O Brasil está se acostumando com os apagões. O primeiro ocorreu com a crise do setor elétrico e, ultimamente, voltou a assombrar. O mais recente ainda castiga os aeroportos. Agora, o termo “apagão” também pode ser aplicado ao mercado de capitais. Isso mesmo. O setor passa por um apagão de talentos, em que empresas, bancos, auditorias e escritórios de advocacia estão ávidos por profissionais especializados.
Ou seja, não falamos apenas de Quantidade e sim Qualidade. Não contrapondo, mas apenas refletindo a respeito: Qualidade é aquilo que o consumidor (nesse caso empresa) percebe a respeito do produto ou serviço (no caso trabalho de pessoas) – Vale repensar o que é ‘qualidade’ nesta vereda.
Reflita também um pouco a respeito da situação inversa, conforme o Julio Cardozo expõem:
Semana passada, entre uma reunião e outra, recebi a ligação de um grande amigo, Luis, Chief Executive Officer (CEO) de uma importante empresa familiar do ramo químico. Ao perguntar que bons ventos o trazia, percebi, por seu tom de voz, que as notícias não eram nada positivas. Muito pelo contrário. Bastante abalado e sem dormir há algumas noites, contou que foi “forçado” a demitir boa parte dos funcionários em decorrência da crise.
“Confesso que não foi fácil ver aqueles pais e mães de família perderem seus empregos”, me disse ao relatar cenas de pessoas indo embora aos prantos e caminhando cabisbaixas pelo pátio da fábrica rumo ao portão de saída. A maioria sem saber como falar o assunto ao chegar em suas casas. Ao ouvir as palavras de Luis, entrecortadas pela emoção e viés de desabafo, reconheço que também fiquei sensibilizado e até um pouco deprimido ao imaginar a vida desmoronando de cada uma dessas pessoas.
Tão cruel quanto a Lei da Oferta e Procura é a ‘necessidade’ de rearranjar o orçamento de despesas e custos da empresa – e frequentemente poucas (nenhuma?) empresa leva em consideração o fator ‘responsabilidade social’ tão largamente adotado como estratégia de comunicação, e não de visão da empresa.
Por fim, cada empresa tem sua necessidade e sua forma de supri-la, como estas 3 opções informadas pela Revista Exame em 2008 – Qual é a opção de sua empresa?
Clube Angeloni + Outlook Express: algo de errado não está certo
@ eumigo comigo mesmo

Fazendo compras no Angeloni de Blumenau me deparei com uma cena que foi no mínimo cômica: um senhor, por volta de 50 anos, passando o cartão na leitora e espantado que ‘nada acontecia’.
Cheguei mais perto e pude perceber por que ‘nada acontecia’: ao invés do software do Angeloni aberto no terminal me deparei com a cena acima – o Outlook Express aberto, claro que nunca daria certo o que o senhor fazia… (sim eu avisei ele e chamei alguém que pudesse direcioná-lo)
AIG pede a empregados que devolvam parte dos bônus
Seguradora que só não quebrou porque foi resgatada pelo governo pagou US$ 165 mi em bônus
A seguradora AIG pediu para que alguns de seus empregados devolvam ao menos parte dos polêmicos bônus de 165 milhões de dólares pagos nesta semana.
O presidente da AIG, Edward Liddy, disse que pediu aos funcionários da divisão de produtos financeiros – a que teve maiores perdas – e que receberam mais de 100 mil dólares para que devolvam no mínimo metade dessa remuneração variável.
Ele disse, entretanto, que o pedido pode levar à saída de importantes funcionários. “Eles vão devolver os bônus, mas vão devolvê-los junto com pedidos de demissão”, afirmou Liddy.
Os bônus pagos pela AIG revoltaram a opinião pública americana e obrigaram o governo a agir. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que vai pedir uma mudança na legislação que lhe dê poder para suspender os contratos que legitimam o pagamento dos bônus.
Sinceramente? Se o cara é responsável pela criação destes ‘sofisticados produtos financeiros’ que achincalharam o mercado financeiro quero mais é que ele REALMENTE PEÇA DEMISSÃO, o que aliás duvido muito que ocorra já o desemprego na terra do Tio Sam é o maior nos últimos 10 anos e não acredito que uma pessoa destas se demita neste momento.
Magnum (sorvete da Kibon) em novo sabor: Bacalhau
Dimenor, um retrato de uma sociedade imensuravelmente doente
Assustador o tamanho de nossa doença… direto do site do Fantástico:
Começa, neste domingo (4), uma reportagem especial: um documento sobre brasileiros que perderam a infância para a criminalidade. Meninos e meninas que se envolveram com drogas, tráfico, roubos, assassinatos.
Em dez anos, o contingente de menores que ingressaram em prisões, centros de reabilitação e internatos cresceu quase 400%. São cerca de 60 mil adolescentes que cometeram algum tipo de infração. Que histórias eles têm pra contar?
Rogério* tem apenas 12 anos. Preso pela segunda vez, jura inocência. Diz que não estava roubando e promete que não vai mais usar crack. Catarina*, de 16 anos, confessa um assassinato com uma frieza impressionante. E Leandra*, traficante também com 16 anos, está grávida. Vai ter o bebê dentro da cadeia.
O que vai ser da vida deles? Leandra, Catarina e Rogério fazem parte de uma geração perdida. São personagens principais de cenas assustadoras cada vez mais comuns na vida das grandes cidades brasileiras.
Durante três meses, o repórter Eduardo Faustini ouviu as histórias dessas crianças, que perderam a infância para o crime. Hoje, 17 mil adolescentes estão presos. Outros 43 mil prestam ou serviços comunitários ou cumprem obrigações que são monitoradas pela Justiça, como freqüentar a escola e não sair de casa à noite.
O repórter esteve no Paraná, estado considerado modelo. Esteve também no Ceará, onde as cadeias estão superlotadas. Percorreu prisões, acompanhou audiências e julgamentos nos tribunais da Infância e Adolescência. Entrevistou mães desesperadas por causa do vício dos filhos e famílias destruídas pela violência dessas crianças. Dramas que reabrem a discussão sobre o tempo máximo de pena estabelecido pela lei que pune menores infratores.
O fumo, tabaco, tabagismo e afins
@ diversos

Incentivado pela coluna do Valther no Jornal de Santa Catarina catei algumas fotos sobre o cigarro, fumo e afins…



O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana L. (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimónias. Foi trazida para a Europa pelos espanhóis, no início do século XVI. Era mascado ou, então, aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um diplomata francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) aspirava-o moído rapé e percebeu que aliviava suas enxaquecas. Desta forma, enviou uma certa quantidade para que a então rainha da França, Catarina de Médicis, experimentasse no combate à suas enxaquecas. Com o sucesso deste “tratamento”, o uso do rapé começou a se popularizar.
Que coisa hein?
Profissionais TI e o meu primeiro post
Convidado pelo Jackson Caset a partir de hoje participo do blog Profissionais TI e meu primeiro post rolou a respeito da experiência da adoção de uma ferramenta de CRM. Recomendo a visita: http://www.profissionaisti.com.br/2008/12/crm-para-todos






